domingo, 26 de abril de 2020

Luz do sol e álcool podem 'matar' COVID-19 em segundos, afirma alto responsável dos EUA

Temperaturas elevadas, entre 21 e 24 graus centígrados, e humidade elevada poderia reduzir propagação do coronavírus, explicou um laboratório biológico norte-americano.
Um funcionário do Departamento de Segurança Nacional (DHS) afirmou numa conferência de imprensa sobre a luta contra o coronavírus da Casa Branca na quinta-feira (23), que cientistas do governo encontraram uma forma de retirar a vida ao novo coronavírus, segundo o portal Yahoo.



Calor-e luz-do sol
Photo//Ilustrado.com

Cientistas encontram o coronavírus em partículas de poluição do ar



Os cientistas descobriram que o vírus morre rapidamente quando exposto à luz solar, calor, humidade e produtos químicos de limpeza, tais como lixivias e álcool isopropílico.
O chefe da Diretoria de Ciência e Tecnologia do Departamento de Segurança Nacional (DHS, na sigla em inglês), William Bryan, apresentou aos repórteres os primeiros resultados dos estudos do Centro Nacional de Análises e Contramedidas de Biodefesa sobre as condições em que o novo coronavírus da COVID-19 pode sobreviver.
Bryan disse aos repórteres que o vírus morre "rapidamente" quando exposto a temperaturas e humidade mais altas, observando que a 21 a 24 graus centígrados e 80% de humidade, ele morre rapidamente, entre uma e seis horas. No entanto, quando exposto à luz solar direta do verão sob essas condições, o vírus perece em apenas dois minutos.


Os cientistas do DHS descobriram também que a lixívia mata o coronavírus em cinco minutos, e o álcool isopropílico apenas um minuto.
O diretor acrescentou que o laboratório biológico estava testando outras situações, incluindo diferentes concentrações de luz solar, luz ultravioleta, calor e humidade, além de outros produtos químicos de limpeza.
Quando um repórter perguntou a Bryan por que áreas abafadas como Nova Orleans e o estado da Flórida se tornaram centros da COVID-19, o diretor observou que a luz solar, o calor e a humidade não são as desejáveis para eliminar o coronavirus.
"Veja-se o coronavírus como uma cadeia com muitos elos", disse Bryan, referindo que as descobertas apenas apontam para "elos fracos" na cadeia.


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"Isso não desvaloriza as outras atividades e orientações da Casa Branca ou dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças [CDC, na sigla em inglês], que as pessoas precisam fazer para se proteger", disse ele, acrescentando que esse conhecimento é "mais uma arma nessa luta".
No entanto, embora ele admitiu que "as condições do verão criarão um ambiente onde a transmissão pode ser diminuída", William Bryan teve o cuidado de acrescentar que "seria irresponsável dizer que o verão vai matar totalmente o vírus. Temos uma oportunidade, no entanto, de avançar".
O presidente norte-americano, Donald Trump, perguntou a Bryan se o vírus morreria nas mãos de uma pessoa sob as condições ideais que ele descreveu. Bryan observou que a pele pode ser uma superfície não porosa, na qual o vírus vive mais tempo, mas que "em teoria" a luz do sol poderia matá-lo também na pele humana.

O presidente observou que enquanto "muitas pessoas estavam falando sobre o verão", sua administração provavelmente alargaria as diretrizes de distanciamento social durante os meses mais quentes.
 "Vamos alargar as medidas de distanciamento até sentirmos que é seguro", disse Trump aos repórteres.
Ele acrescentou que havia proposto anteriormente que a luz do sol poderia ajudar contra o coronavírus, observando que ele foi recriminado pelos órgãos de informação por passar “notícias falsas" ao dizer isso.


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Referencia//Yahoo




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